oh não, este ano, esqueci-me de viver outra vez!!!
28 dezembro 2006
23 dezembro 2006
20 dezembro 2006
12 dezembro 2006
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me
"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."
Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.
Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
09 dezembro 2006
Porque é – tão difícil acreditar…
Porque é – tão difícil ver-Te em mim
Eu vou Contigo, eu penso em Ti
Sigo as Tuas palavras
Quero amar-Te, quero encontrar-Te
Quero ser essa luz que ilumina o Teu rosto
Descobrir o sentido da vida…
Olhar-Te nos olhos e ir contigo!
Saber descobrir que tudo tem o seu tempo próprio, saber que cada coisa tem o lugar certo. É uma lição que vou aprendendo com os mais velhos, já não é a primeira vez que oiço isso, e cada vez mais me apercebo da importância de saber saborear cada momento na altura devida, sem pressas, sem angústias, desvendando cada nova entrega com o sabor da altura certa.
Apercebo-me que sou insensata, distraída, imprudente…
Banho-me em rios de loucura, afogo-me em devaneios estranhos. Pareço-me com um doido qualquer, que desespera por tudo ou nada.
Conservo uma loucura precipitada, uma curiosidade enorme e um sorriso inconstante.
Nada acontece por acaso: Diz-me a Lúcia e digo-lhe eu a ela. Aconteceu encontrarmo-nos no caminho para Milão e Ele encarregou-se de nos juntar no seu Amor.
Foi mesmo na altura certa que surgiu e cada resposta de vida que vou destapando com ela, e com quem comigo caminha até Ele, na maior parte das vezes emocionam-me e fazem-me acreditar e louvar por me conceder tamanha riqueza na minha vida.
Ser frágil…
Descobrir-me em cada segundo.
Coleccionando segundos coloridos, perfumados, poéticos, fotográficos, friorentos, reais, calmos, sonhadores…
08 dezembro 2006
esquecimentos
- 3ª feira - deixei a mala na sala do Pe. Maurício (só a fui buscar quinta!)
- 6ª feira - fiz um bolo de chocolate sem ovos (esqueci-me deles...)
- 6ª feira- bar fechado e arrumado, deixei lá o telemovel dentro da gaveta e o chapéu de chuva ainda lá ficou....
Será que para a próxima me esqueço de mim?!
05 dezembro 2006
(poema adulterado(por mim...)de ALEXANDRE O'NEILL)
Tive esta música na cabeça o dia todo!
Obrigada a todos os que ajudaram este dia a ser diferente.
03 dezembro 2006
01 dezembro 2006
...
26 novembro 2006
22 novembro 2006
20 novembro 2006
como explicar?
Apenas porque há Alguém de quem se ama!
19 novembro 2006
- Mas mãe desde quando é que eu fui social? Diz me quantos anos passaste a ir ao cinema comigo, porque mais ninguém o fazia? Porque pegavas em mim quando saía da escola e me levavas ao cabo da roca para ver o mar? Porque faziamos viagens caladas, e me deixavas andar com a minha cara de porta, compreendendo que era apenas o meu modo de estar e não chatear? Certamente seria porque foram os anos mais solitários da minha vida. Porque ainda hoje muitas vezes me apetece sair sozinha e não ter que falar com ninguém, sem ter que explicar o que quer seja. De ser invisível como tantas vezes o fui e ficar a ler os meus livros nos intervalos.
Por isso hoje deixa-me a mim e ao meio feitio de porta blindada."
in Razão do Vazio...
(Diana)
17 novembro 2006
14 novembro 2006
10 novembro 2006
09 novembro 2006

Sem nada a acrescentar: o texto é da Juana!
07 novembro 2006
os astros
- sagitário- A sua dieta já viu dias melhores por isso hoje é dia de comer saladinhas ao almoço. (que lindas saladas. Então não!
raquel
Eu sentada no jardim para variar no meio do banco, chego-me para o lado tiro os headphones e ela lá fala, não a quis ouvir abanei a cabeça e lá fiquei.
Lembrei-me dela numa tarde em que às 6 ainda era dia, e de como em ri quando a neta de nome Raquel,[ fiquei a saber o nome dela, numa performance que todas as avós adoram fazer que é dizer: (nome) não faças isto! (nome) isso não se faz! (nome) não vás para a estrada, etc...
Ela, a Raquel, atirava pão para junto dos pés dela, deixava que os pombos se aproximassem e depois baixava-se para os apanhar. Claro que nunca apanhou nenhum...enfim!Estórias dos meus dias!
03 novembro 2006
Era esta a proposta que tinha para ti!
Pode ser que possas ir lá quando voltares a Lisboa!
Para além de ser óptimo passear na Gulbenkian, mesmo em dias de chuva, o Centro de Arte Moderna tem sempre exposições especiais e deliciosas de ver e sentir.
Fez-me lembrar as descrições da livraria do teu pai...
"(desejo anciosamente voltar a sentir-me ligado à arte...
preciso da escrita, preciso da música, preciso da ilustração, preciso dos livros (tenho saudades da livraria do meu pai)"
*precisas de instalações?
02 novembro 2006
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
Pra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Sebastião da Gama
01 novembro 2006
Cuidado!!!
- Se andar de saltos altos:Cuidado: pode escorregar a caminho do metro! E continuar a caminhar e a rir-se da figura que fez!ou simplesmente ficar sem botão nos sapatos e fazer uma figurinha a prender o botão.
- Se andar de carro com o tio:Cuidado: com os gatos que andam na rua. :( Assustou-se com o carro do outro lado e voltou para trás.
- Se for acantonar:Cuidado: pode ser engolido por marés vivas!
- Se for à missa:Cuidado: cantar num tom acima do normal, pode provocar danos graves em toda a assembleia.
- Se for à festa dos escuteiros:Cuidado: o AF da máquina pode não ficar muito bem. Resultado- fotos desfocadas.
- Se continuar a ler este blog:Cuidado: não serão dadas indemnizações, por incapacidade temporária ou constante...
31 outubro 2006
30 outubro 2006
este blog
25 outubro 2006
miau...
As poças molham-me os pés. E as árvores dançam com o vento.
Encontro-te em cada folha colorida no chão, apanho-a e guardo-a no bolso.
A fábrica de algodão doce fechou, os funcionários fizeram greve... O céu ficou cinzento, e como eu queria tanto ver estrelas brancas! *
Segui o meu caminho.. parei naquela loja que vende bolachas muito boas, alimentei-me de ti!
De sorriso na cara cheguei a casa para amar que gosto.
24 outubro 2006
gosto....
21 outubro 2006
19 outubro 2006
talk to me with your violin
18 outubro 2006
15 outubro 2006
tinha que mostrar!
12 outubro 2006
11 outubro 2006
10 outubro 2006
o amor acontece
seja pelo começo:
pelo casamento:
pela história que os une, taõ perto e tão longe:
pelo final que encerra o ciclo:
chove dentro e fora de mim
- chuva - água que cai em gotas da atmosfera;
- eu - forma tónica da 1ª p. do sing. que desempenha a função de sujeito;
- tu - forma tónica do pron. de 2ª p. do sing. que desempenha a função de sujeito;
- feliz -adj. 2 gén., ditoso, afortunado;satisfeito, alegre;abençoado, bendito; bem imaginado;bem combinado, acertado; bem sucedido; próspero, que tem muita sorte.
- poça - cova natural ou artificial, larga e pouco funda, com água
- céu - espaço ilimitado em que se movem os astros;
- estranho - desconhecido; que não é usual;curioso,singular;extraordinário;livre;
- música - arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons;
- adeus - despedida;fim.
Na minha cabeça forma-se uma história com estas palavras, enquanto as gotas dançam no meu chapéu... brilha o sol cá dentro, e chove lá fora.
08 outubro 2006
07 outubro 2006
319 posts
Apetece-me pensar nas prendas que quero para os anos! :P
Nouvelle Vague - 13 de Outubro (+ informações)
Caneta de tinta permanente (by Ricardo)
uns sapatinhos como estes (só custam uns cento e tal euros)
uns livros de origamis... Apetece-me dedicar-me a esta arte!
uma boina como esta, que já experimentei na Zara e fica muito bem!
06 outubro 2006
05 outubro 2006
29 setembro 2006
28 setembro 2006
27 setembro 2006
mais um roubado! E achado aqui....

"Foste-te embora e não me ensinaste a viver sem ti. Não me deixaste manual de instruções, nem nenhum tutorial em português do brasil. Nada que me dissesse para onde me virar nem o que fazer a seguir, agora que apenas uns laivos fugazes da tua sombra fátua me enfeitam os pés de grifo da mobília de época. Um folheto explicativo, ao menos; uma tradução manhosa do original em chinês, com o género trocado e palavras inventadas, corruptelas ou derivadas. Nem um recado, sequer, na porta do frigorífico, faz assim ou faz assado, ou um post it na secretária, no ecrã do computador, que sumariamente me explicasse os modos de encher os espaços vazios com esta sumaúma triste. Não me deste perspectivas de regresso nem qualquer tipo de garantia, experimente e em quinze venha cá carimbar; não me mostraste as precauções a tomar ou a profilaxia a fazer nem, muito menos, os perigos que corro com a sobredosagem da tua ausência na minha corrente sanguínea. Foste-te embora e eu. Às voltas com as dificuldades de montagem da tua falta nos meus ocos recantos, sem saber como me encaixar no vácuo que provocaste. Eu, solta e desconjuntada, mil peças de pinho sueco espalhadas pelo chão da sala."
(com as devidas desculpas ao autor)
- eu, só eu.... à tua espera!
24 setembro 2006
olhar-te um pouco



Olhar-te um pouco Enquanto acaba a noite Enquanto ainda nenhum gesto te magoa E o mundo for aquilo que sonhares Nesse lugar só teu Olhar-te um pouco Como se fosse sempre Até ao fim do tempo, até amanhecer E a luz deixar entrar o mundo inteiro E o sonho se esconder Nalgum lugar perdido Vou procurar sempre por ti Há sempre no escuro um brilho Um luar Nalgum lugar esquecido Eu vou esperar sempre por ti Enquanto dormes Por um momento à noite É um tempo ausente que te deixa demorar Sem guerras nem batalhas pra vencer Nem dias pra rasgar Eu fico um pouco Por dentro dos desejos Por mil caminhos que são mastros e horizontes Tão livres como estrelas sobre os mares E atalhos pelos montes Nalgum lugar perdido Vou procurar sempre por ti Há sempre no escuro um brilho Um luar Nalgum lugar esquecido Eu vou esperar sempre por ti
(mafalda veiga)
As imagens do fogo são do Mundial de Pirotecnia que se vê da minha janela...
22 setembro 2006
encontrado aqui
O teu mundo chove no meu
O teu mundo chove no meu. Chove assim, estupidamente, no meio da Primavera. Eu sei que, durante todo o dia, o sol foi uma presença discreta. As nuvens tornavam todas as cores apenas derivações do cinzento. Às vezes sentia-me sufocar, porque o calor e o ar abafado eram um manto pesado à volta do meu corpo. Tocas à campainha e não sei como posso sentir o meu coração a bater tão forte. Vou abrir e convido-te a entrar. Estás diferente. Tão diferente. E eu gosto da mudança. Entras e o teu cheiro, novamente um estranho a esta casa, começa a espalhar-se.Guardei tudo o que ainda tinha teu na caixa ao lado da secretária. São cinco horas. É primavera. E, de repente, sem aviso, o teu mundo chove no meu. É uma chuva lenta, as gotas de água parecem queimar. É uma chuva de memórias emaranhadas. Sentas-te na cama e falamos das nossas novas vidas. Há tanta coisa que escondemos. E vê-se, no lugar que fica atrás dos olhos, tudo o que escondemos. É como se estes quisessem saltar da órbita, enquanto falamos, e contar todos os segredos.
Vejo a linha das tuas costas sobre a brancura da colcha. Deito-me ao teu lado e falo-te ao ouvido. Baixinho, muito baixinho. Falamos sobre as senhoras que fizeram este momento. Sim nós sabemos que a nossa estória, a estória de todos, é escrita pelas velhinhas da casa amarela junto à ponte. Ali, virada para o sítio onde o rio é mais azul e reflecte mais o sol, existe uma casa que tem uma cave. Na cave ficam, todos os dias, todas as horas do dia, as senhoras que tecem o destino. Não o escrevem em papel. Não usam tintas visíveis. Mas não há acasos. Tudo é previsto naquelas linhas coloridas, determinado pelas agulhas de metal compridas. Têm todas o cabelo branco, estão sentadas em cadeiras de tecido florido, daquelas que os emigrantes levam para a praia. As luzes da cave estão sempre acesas. Porque já não existe graduação de lentes que lhes permita ver bem. Atrás daqueles óculos enormes e grossos, vêem cada vez pior. E as cores, as linhas, o destino que tecem, tudo lhes parece mais indiferenciado, desfocado.
Sorrimos a falar disto. Não foi o acaso que nos juntou. Não foi o acaso que nos separou. Foram as velhinhas que se enganaram e, entre o som cadente das agulhas, nos deixaram esbarrar um no outro. A água acumula-se no meu mundo. Quando abro a porta e sais com a caixa das tuas coisas, sais na enxurrada da tua chuva.
21 setembro 2006
Os astros dizem!
Vai ficar traumatizado por causa de um incidente com um agrafador hoje. Não vai conseguir olhar para um nas próximas semanas.
eu ainda estou à espera que o agrafador que tenho junto ao teclado se começe a mover sozinho e a tentar agrafar-me à roupa... a provocá-lo e tudo mas ele nada...
Lamentavelmente isso ainda não aconteceu, mas há esperança o dia ainda não acabou!

No avião, ver o sol a desaparecer e a pintar o céu da cor dos sonhos...

Nestes dias dei um pulinho à Holanda, já fui lá duas vezes!(lolol)

Ver a Sílvia a andar de monociclo...eu bem tentei, mas felizmente não existem fotos a comprovar o meu dom... o meu dom para cair, o meu talento em nunca me conseguir equilibrar.

Spargetti eis... nhami! Este gelado deveria existir em Portugallll, é divertido de comer.

Ida a Dortmund... Uma Igreja muito bonita!

Já em Colónia, acendi uma vela por todos os meus amigos

Claro que fomos ver o Renooooo

E depois no Westfallenpark, lanchámos num sítio maravilho que girava, girava...lá bem nas nuvens.
Nesse mesmo park tinha tranpolins, claro que eu fiquei lá uma hora... E pensando que era artista de circo, com o talento que foi revelado no monociclo fiz uma cambalhota! E uau rasgei as calças..... iehhhh


Depois ainda houve tempo para um espectáculo...

E a parte melhor para terminar o dia: rebolar na RELVAAAAA!!!


No outro dia ir a outro park e conseguir uma foto muito engraçada do Scotty!!! :D (Já não tenho medo de cães!!!!)

Sábado chegar e ir directa ao Fundão! PAra o ano chocalhos lá estou eu....


























