Provavelmente sou louca, ou serás tu o louco neste mundo?!?!?
12 maio 2008
08 maio 2008
"Era vez um pensamento teu, Quase podia ser segredo meu, E teu Era quem sabe um tempo de inventar Subir o teu corpo Cair do teu sonho a ficar em nós
Era uma vez um medo que voou, Que se fez asa, sopro, ar, Nunca mais voltou E eu sem saber porquê fui atrás E ainda o vi , Esconder-se de ti Era talvez um tempo de te amar; Era talvez um tempo de sentir
Era uma vez um pensamento meu, Quase podia ser segredo teu, E meu Era quem sabe um tempo de inventar Subires o meu corpo Caíres do meu sonho a ficar em nós
Era uma vez um sonho que não sei, Que se fez asa, sopro, ar, Quase lhe toquei E a pressentir porquê fui atrás, E ainda o vi A esconder-se em mim Era talvez um tempo pra te dar Era talvez um tempo de te amar
O tempo que não foi tempo não passou, O sonho que se fez pele e se guardou, aqui ficou Como se fosse sopro, asa, ar, escondeu-se em nós E no teu olhar Fica pra sempre um tempo de te amar Fica pra sempre tanto do que sou"
A música foi ouvida num blogue que costumo visitar... E faz-me flutuar...
A Mafalda Veiga, me lembra sempre ela e às suas partilhas. O sopro sempre me lembra os sentimentos/momentos insufláveis com ela. "Era talvez um tempo de amar", sou feliz com ela. A melodia lembra-me o voar da borboleta, como ela gosta de me chamar. Sonho, lembram-me a minha fada preferida: ela Lembro-me do olhar enternecedor...ela sempre tão disponível... é realmente as mãos de Deus. "O tempo que não foi tempo", lembra-me um mail que uma vez enviou e a festa a que ele chegou devagarinho. Estou a descobrir, um grande tesouro... ela.
Obrigada a todos eles, por me acolherem nos dois metros quadrados do coração...
02 maio 2008
Apresentaram-me a ele há muitos anos.
Queriam que o conhecesse melhor, ou que apenas seguisse os seus passos.
Aturei-o muito tempo obrigada, a tentar evitá-lo, a discutir com ele e com os seus amigos sobre tudo e mais alguma coisa. Tem sempre opinião para tudo, sobre tudo e isso irritava-me…
Decidi que quando tudo acabasse deixava de vez de lhe falar… Já estava farta de tantos encontros com ele…
Até que depois de dia 18 de Maio de 2003, tudo muda… Dou por mim no cortejo a chorar pela felicidade imensa de estar ali, sei que sorri muito, não ia assim muito bonita e o corte de cabelo (ai! Tão esquisito).
Passados alguns dias… recebo um telefonema a convidarem-nos (a mim e à irmã) para o acolhimento aos novos crismados. Assim meio obrigadas pelo peso dos 10 anos passados ali, lá fomos… E passei a partir daí todas as segundas a ir lá, primeiro pelas pessoas, depois por Jesus e pelas pessoas…
E ali encontrei-me, encontrei a família do amor… e sei que lá sou feliz. Que fazemos comunidade.
Hoje, fico apenas com pena de não sermos uma maior comunidade… uma comunidade mais disponível… com mais amor responsável e solidário.
Rezar em comunidade é delicioso, e mesmo em número reduzido… Ele ouve o nosso coração, mesmo que a nossa boca não profira uma palavra…